23 de outubro de 2011

Será que é desta?

Já tinha saudades do frio...

21 de outubro de 2011

Vergonha, culpa, ressentimento, peso na consciência...

...é o que aqueles chineses deviam sentir ao ignorarem completamente uma criança que é atropelada à frente deles!!! Deviam sentir isso e muito mais...

20 de outubro de 2011

Love it

5 de outubro de 2011

Aqui entre nós...

Coimbra é relativamente grande, a Universidade tem 1001 cursos distribuidos em 3 Pólos! Porque raio é que sempre que saimos acabamos rodeadas por rapazes de Engenharia Mecânica do Pólo 2?!? São mais que as mães os meninos!!! E quando achamos que já conhecemos todos, aparecem mais uns quantos...
 
 
 
Isto a mim passa-me um bocado ao lado, que fui muito bem servida com um desses meninos, mas as minhas amigas queixam-se e com razão...

Every single day...

21 de setembro de 2011

Virgin Mary!!

Sumo de Limão, sumo de tomate, tabasco e molho inglês - segundo o menu!
Ele disse para experimentar! Eu, depois de alguma "discussão", lá cai na dele... e jurei nunca mais!!! Não sei se é disto que bebem lá pelos States (provavelmente o que aconteceu é que não foi bem feito), mas aquilo é molho de tomate purinho! Uma palavra: Nojento!


 
O Galeria está a descer a pontos na minha consideração :'(

18 de setembro de 2011

Look who's back!!*

Sarah Michelle Gellar
 
 
*E eu gostei imenso do primeiro episódio!!

16 de setembro de 2011

Orgulho...

...é o que sinto quando olho para nós todos e percebo que aquilo que construimos ao longo de 4 anos não muda. Na verdade, está cada vez melhor!
Grupinho perfeito, o nosso <3

9 de setembro de 2011

É escusado....

...Nós somos meninas da PAV (Rua Padre António Vieira). Não vale a pena tentar contrariar.


P.S. Juro que nunca mais faço mudanças!!!

2 de setembro de 2011

@ Setembro

Parece-me a mim que este vai ser um ano lectivo muito interessante!

Totally addicted*

*Está cada vez melhor!

28 de agosto de 2011

A Rita está nervosa...

...a Rita vai conhecer a mãe dele!

14 de agosto de 2011

Já sei o que quero fazer no futuro... *

*http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=26366

13 de agosto de 2011

E por falar em namoro...

...um ano já lá vai! A comemoração:

Hotel Vila Domilu, Carvoeiro

(Obrigado...é pouco! Amo-te)

Em jeito de balanço...

Há tempos que me apetece "desatar o saco" aqui no blog, mas, por falta de inspiração ou de tempo, ainda não o fiz...
Costumo dizer sempre que não me arrependo de nada... Sou daquelas pessoas que defende que tudo o que acontece serve sempre para alguma coisa, nem que seja (só) para nos dar lições. Grandes lições...
E, se for analisar alguns pedaços da minha vida, até teria algumas razões para arrependimentos. Mesmo assim, olho sempre para eles com um bocadinho de... orgulho (porque me está a faltar palavra mais correcta), uma vez que, se não fossem eles, talvez eu não fosse como sou hoje.
Tenho 22 anos, e posso dizer que as únicas coisas que me têm acontecido de bom nos últimos meses, além dos amigos (esses, sempre os melhores do mundo) são a carta e o namorado! (Sim, já tenho carta de condução e um popó à minha espera :D)
Não vou entrar no mestrado este ano! Não tenho dinheiro nem para ir aos saldos nem para os festivais! Apanho grandes secas quando não tenho ninguém em Coimbra (maldito Agosto)! Mas estou a fazer um estágio de Verão na APAV e estou a adorar (outra coisa boa!)
Custou-me... Custou-me admitir que não vou entrar no mestrado! Que vou estar mais um ano à espera... Mas sabem? Não gosto de pessoas pouco decididas e frustradas! Não vou este ano? Venha o próximo! Aprendi que, custe o que custar, nós chegamos sempre ao que queremos! Se quisermos mesmo! E eu quero entrar no mestrado mas, uma vez que estou confusa e nem sei qual seria o melhor para mim, então ficar mais um ano, afinal será bom... Certo?
E não, não gosto de gastar dinheiro aos meus pais, muito menos quando acho que começa a ser abuso! Sou responsável pelos meus erros! Portanto, assim que acabar o estágio, vou procurar trabalho! Call centers, lojas de roupa, restaurantes fast food, caixa de supermercado, lavar escadas... O que vier! Pode ser pouco, mas ajuda! E muito!
Sim, tenho orgulho em ser assim! Sou teimosa e arranjo sempre maneira de chegar ao que quero, mas olho para trás e vejo que tudo acaba por ser mais positivo do que negativo!
E quem julga....não me conhece!

Desejem-me sorte!

10 de agosto de 2011

Sweeeeeet!!!

29 de julho de 2011

Filmes da minha vida (2)

Pride and Prejudice
Parece que a Maddie foi vista na India! Mas quando é que isto acaba??

25 de julho de 2011

A-D-O-R-O!!!!

22 de julho de 2011

Filmes da minha vida (1)

Before Sunrise & Before Sunset



17 de julho de 2011

Harry Potter

Passaram 10 anos desde o primeiro filme. Nessa altura, já tinha lido pelo menos o primeiro livro e quase que aposto que se não tinha lido totalmente o segundo, estava a lê-lo nessa altura. Pela primeira vez soube o que era estar numa fila com mais 100 pessoas à espera de um bilhete. Duas vezes. Vi todos os filmes na semana da estreia, li todos os livros. Também eu desejei ser feiticeira e imaginei-me em Hogwarts. E quando estive mais uma vez na fila do cinema para arranjar bilhete para o último filme só pensei: Tenho 22 anos, tinha 11 ou 12 na altura da estreia do primeiro filme. O Daniel Radcliffe é de 1989, como eu. Vimos crescer estes actores ao mesmo tempo que também nós crescemos. As mudanças que notámos neles foram as mesmas que vimos em nós.
Sinto-me uma pitinha fanática porque só me apetece rever todos os filmes, reler todos os livros outra vez! E apetece-me escrever à brilhante J. K. Rowling a pedir mais. E a agradecer-lhe, porque realmente esta saga é a única que realmente me faz sentir um pouco triste por acabar, mais do que qualquer banda, qualquer série... Sinto-me realmente fã.
E este último filme, a segunda parte, está maravilhosa. Continuo a preferir os livros. Mas, para mim, os Harry Potter conseguem ser boas adaptações de cinema, coisa muito rara. Mas não substituem os livros, e esses, ficam para sempre.
 


13 de julho de 2011

Caros senhores do IMTT

Compreendo que seja difícil mudar todo um sistema informático, mas eu quero ter carta no Verão, sim? Eu e mais 200 ou 300! Despachem-se lá se faz favor!

Isto porque, só da minha escola, estão 26 pedidos de exame pendentes. E eu ainda nem pedi o meu -.-"

30 de junho de 2011

Em tempos de crise "Fazer a mesma vida gastando metade"

Não concordo com o facto de "ter se a classe média a pagar a crise", mas é o inevitável, já se sabe. Acho que se deviam controlar mais os pobres e exigir mais aos ricos.
Mesmo assim, encontrei este artigo e acho que, não tendo grande alternativa, os conselhos de "poupança" poderão ser exemplos a seguir.

"As empresas têm de ser aliviadas, porque criam emprego, e os pobres não podem ser mais sobrecarregados; tem de ser, pois, a classe média a pagar a crise.
A classe média vai ter de pagar a principal factura da crise. Não pode ser de outra maneira: as empresas têm de ser apoiadas, porque são elas que geram riqueza e criam emprego, e os mais débeis não podem ser mais sacrificados.
A esquerda está sempre a falar nas grandes fortunas, na banca, nos lucros das grandes empresas – como se aí estivesse a salvação do país. Ora, já não estamos no tempo da revolução soviética. Os patrões já não são aqueles seres ignóbeis e gordos que apareciam nas caricaturas e que só se preocupavam em encher os bolsos e enriquecer à custa do trabalho dos explorados.
Esse tempo, se chegou a existir, passou. Os empresários são quase sempre pessoas que subiram a pulso, que trabalharam no duro, que tiveram a coragem de arriscar e investir, que criam emprego, que sofrem quando se aproxima o dia de pagar aos trabalhadores e aos fornecedores.
É esta gente que cria riqueza – porque o Estado, sendo indispensável, só consome, não produz. Um país precisa de médicos, precisa de juízes, precisa de polícias, precisa de militares – e esta gente toda tem de receber. Mas donde vem o dinheiro? Dos impostos. E onde vai o Estado buscar os impostos? Às empresas e aos particulares.
Significa isto que, quanto mais lucros as empresas tiverem, mais rendimentos terá o Estado. Mas para as empresas terem lucros terão de ser aliviadas de diversos encargos. O que uma empresa paga hoje por um trabalhador, além do que este recebe, é uma enormidade. Para o leitor ter uma ideia, numa empresa como o SOL, por cada empregado que leva para casa 1.390 euros, a empresa tem de desembolsar 2.300. Ora, com este regime, quem é que quer investir e contratar gente?
Além disso, há que aliviar a burocracia e facilitar a vida aos que investem. O grande problema de muitos políticos é nunca terem trabalhado em empresas privadas e não conhecerem a lógica de funcionamento do mercado.
Mas, se as empresas não podem ser mais sobrecarregadas (para poderem crescer e ter capacidade para investir) e os pobres também não, tem de ser a classe média a pagar a crise.
Sucede que na classe média há muita gente que pode gastar metade do dinheiro que hoje gasta e fazer quase a mesma vida.
Na classe média esbanjam-se dinheiro e recursos de uma forma às vezes chocante. Nos restaurantes desperdiça-se comida. Quantas vezes não vemos as travessas voltarem para dentro com quase metade da dose que veio para a mesa? Essa comida vai para o lixo. Por que não se reduzem as doses, diminuindo um pouco os preços? Aproveitar-se-ia melhor a comida e os clientes agradeceriam.
Nos mais pequenos pormenores é possível poupar. Um dia destes, com o café, trouxeram-me um pacote de açúcar branco, outro de açúcar escuro, outro de adoçante e um pau de canela! Eu só usei parte de um dos pacotes de açúcar e tudo o resto foi para o lixo. Ora esse ‘resto’ tinha um valor. Custou dinheiro a produzir – para ir directamente para o lixo.
Ainda no campo da alimentação, mas noutra vertente, há que dizer que em muitos casos não existe motivo para consumir produtos estrangeiros, pois há produtos nacionais equivalentes. Por que se bebe água Vittel, Vichy ou Voss, e não água do Luso, do Vimeiro, das Pedras ou do Castelo? Por que se bebe cerveja Heineken ou Carlsberg em vez de Super Bock ou Sagres? Não há nenhuma razão a não ser esta: por peneiras. Para mostrar aos outros que temos gostos mais requintados e dinheiro para os pagar.
E quem fala das águas e das cervejas fala dos vinhos e dos espumantes. É possível beber um óptimo vinho português cinco vezes mais barato do que um vinho francês. E nas ocasiões festivas por que não optar por um honesto espumante Raposeira ou Cabriz em vez de champanhe Cristal ou Moët & Chandon?
E nos vícios como o tabaco (para já não falar em deixar de fumar, que seria uma enorme vantagem sob todos os aspectos) por que insistir no Marlboro ou no Chesterfield em vez do Português Suave ou do SG?
Finalmente, quando vamos ao supermercado ou à praça, há que ter em mente que sai mais barato e é mais saudável comprar legumes e fruta de origem nacional, e na respectiva época, do que produtos estrangeiros.
Estes princípios aplicam-se também ao vestuário. Se em lugar de um fato Hugo Boss ou Armani comprarmos um Dielmar ou Do Homem, ficaremos igualmente bem servidos e o preço será metade ou um terço. E a mesma regra vale para toda a roupa e para o calçado: se não capricharmos em comprar produtos de ‘marca’, é possível comprar camisas, pólos ou sapatos excelentes a um preço módico.
Neste ponto da conversa, há sempre quem recorde que ‘o barato sai caro’. Mas isso é um mito. Um dia, ainda no tempo do escudo, vi uns sapatos numa montra que me saltaram à vista, entrei na sapataria, experimentei-os, gostei e mandei embrulhar. Quando a empregada disse o preço – 80 contos – eu ia desmaiando. Mas já não tive coragem para voltar atrás. Pois bem: as principais características do calçado são o conforto, a segurança e a durabilidade. Ora esses sapatos – ingleses, marca Church’s – não eram confortáveis, não eram seguros nem se mostraram duráveis, pois resistiram bastante menos do que outros muito mais baratos. E digo que não eram seguros pois escorregavam perigosamente em superfícies muito lisas, como as calçadas de Lisboa, em que as pedras estão polidas pelo desgaste. Por pouco esses luxuosos sapatos não me causaram quedas aparatosas.
Mas há muito mais coisas em que o leitor pode poupar. Por exemplo, não fazer férias no estrangeiro, evitando ainda por cima aqueles horríveis tempos mortos nos aeroportos e o risco da perda de bagagens. Faça férias cá dentro. Haverá coisa melhor e mais cómoda do que entrar no carro em frente de casa e sair em frente da porta do hotel ou do apartamento onde vamos passar férias?
A propósito de carro, por que não escolher sempre um modelo abaixo daquele que ‘normalmente’ iríamos comprar. Em vez de um Mercedes E, um Mercedes C; em vez de um Audi 6, um Audi 4; e assim sucessivamente. E só falo de carros caros pois é onde se pode poupar mais dinheiro.
Se formos para o hotel, por que não experimentar um de três ou quatro estrelas em vez de escolher às cegas um de cinco?
E, se teimarmos em ir de avião, não custará nada viajar em turística em vez de 1.ª ou Executiva, pelo menos nos voos de duração inferior a três horas. Chega-se ao mesmo tempo e paga-se metade.
As novas tecnologias são outro excelente terreno para poupar. Se não capricharmos em ter sempre um computador, um telemóvel, um iPhone ou um iPad de última geração e nos contentarmos com uns modelos ‘ultrapassados’, também pagaremos muitíssimo menos e não ficaremos pior servidos. Também aqui é uma questão de ostentação. Quantas vezes o modelo ‘ultrapassado’ não é tão ou mais eficaz do que o último grito?
E por falar em telemóveis, quantas chamadas fazemos por dia que são perfeitamente desnecessárias? Talvez 90%. E, pensando nos computadores, não poderemos poupar imenso no material de escritório, deixando de fazer prints por tudo e por nada? Basta que, quando vamos dar uma ordem de print, pensemos se ele é mesmo necessário.
Outra norma simples é evitar ligar o ar condicionado. Até porque é prejudicial à saúde, sendo responsável por muitas gripes e outras doenças.
Quando se passa do material de escritório para o mobiliário, é bom pensar que existe um abismo entre comprar nacional ou estrangeiro. E o mesmo sucede quando se trata de equipar uma casa. É indispensável procurar materiais portugueses – azulejos, mosaicos, pavimentos, papéis de parede, torneiras, toalheiros, louças, etc. –, até porque os há de excelente qualidade. Às vezes pensamos que os estrangeiros são melhores por serem mais caros, mas é um engano: o aumento do preço tem apenas que ver com o facto de serem importados.
E já não falo nos luxos e extravagâncias – os perfumes, cremes, desodorizantes, espumas de barbear, after shaves, sais de banho, lacas, etc., etc. – que enchem as prateleiras das nossas casas de banho e que podem ser reduzidos a metade ou um terço, ou substituídos por outros menos dispendiosos.
A propósito, os detergentes e os produtos de limpeza também são uma rubrica onde se pode poupar muitíssimo, pois as diferenças de preço são enormes entre os produtos de marca e os produtos brancos, e a qualidade é semelhante.
Finalmente, é possível seguir uma regra simples: em cada cinco visitas ao cabeleireiro, ou à esteticista, ou à depilação, ou à manicura, ou à massagista, reduzir uma. Não custa nada e representa uma poupança de 20% nessas despesas.
Podia continuar, mas não vale a pena: o leitor já percebeu que pode gastar muito menos do que gasta sem ter de mudar de vida. Basta apenas um pouco de disciplina. Basta ‘racionalizar as despesas’. Eu já fiz a prova e sei do que falo.
Até lhe digo: sentir-se-á melhor. Porque, ao não desperdiçar, ao reduzir o consumo, sabe que está a contribuir, por exemplo, para não estragar mais o planeta. E para não aumentar mais a dívida do país, visto que muito do que consumimos é importado. Simultaneamente, ao preferirmos produtos portugueses, estamos a estimular a produção nacional, a criar emprego e a reduzir a dependência do país relativamente ao exterior.
Como vê, a crise pode contribuir para vivermos melhor – com menos. Não é necessariamente um problema – é uma grande oportunidade para mudarmos alguns hábitos."
por José António Saraiva

27 de junho de 2011

Pânicoooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

As candidaturas para mestrado abriram!
Organizações: 15 vagas;
Forense: 12 vagas.
Tá bonito!!!

E depois há educação, que pouca gente quer e tem 50 vagas! Parece-me justo............

23 de junho de 2011

Apetece-me!!!!


e é só, por agora...